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As bóias Guia W resistem às fortes correntes do rio Magdalena, na Colômbia
11-02-2015
O rio se destaca pelo grande caudal (8000m3/s em média e até oito nós de corrente) e pela grande quantidade de entulho e vegetação (denominada ‘tarulla’) transportada pelo rio. Essas difíceis condições fizeram com que as bóias anteriores afundassem, exigindo constantes intervenções de manutenção. Após estudar este projeto, os técnicos da Almarin verificaram que a solução padrão para este projeto consistia em que as bóias Guia W fossem adaptadas a fortes correntes. A solução projetada e instalada pela Almarin para manter a verticalidade das bóias consistiu em uma peça de adaptação para as bóias Guia W: o acessório R. Esta peça ajustável ao longo da cauda permite que, ao invés de segurar a corrente pelo final deste, pode ser colocado na parte superior ou no meio da cauda, de acordo com as diferentes forças de correntes e profundidades. O seu desenho permite equilibrar as forças para que a bóia se mantenha na vertical.
O Almarin também proporcionou aos flutuadores uma maior reserva de flutuabilidade para aumentar a bordo livre e assim dificultar o acúmulo de tarulla no casco, o que aumenta o peso da bóia até o ponto de afundá-la. Da mesma forma, este modelo de bóia G2400T, da linha Guia com sua estrutura W de aço inoxidável, tem o casco mais hidrodinâmico e é feito de polietileno de célula fechada e coberto com poliuretano para lhe conferir grande robustez. No total, dezesseis bóias foram ancoradas com o sistema R na área de Barranquilla onde deságua o rio Magdalena, apresentando desempenho satisfatório. A bóia de entrada do rio exigiu um reajuste do acessório R para lidar com a corrente mais forte naquela área do rio. Durante a instalação, foram registados 6 nós na zona de ancoragem, mas a inclinação da bóia foi mínima, confirmando assim a eficácia do sistema R.